Direto do perfil do Fresno no myspace.com

 

FRESNO
Esqueça a angústia da guitarra, o choro em profusão e a ansiedade adolescente de querer acelerar sempre um pouco mais. Quebrar diariamente os vínculos com o passado fez do quarto disco do Fresno um rompimento com aquela agonia juvenil. Não apenas uma ruptura calcada em relacionamentos, mas também com o cenário que o quarteto de Porto Alegre rascunhou por árduos oito anos. Nessa highway, o prêmio de banda revelação na MTV, em 2007, as 30 mil cópias vendidas de maneira independente – de seus três primeiros álbuns – e os mais de 20 estados percorridos pelo Brasil cristalizaram a tendência da banda para ser um fenômeno da atual geração. Dos milhões de downloads via internet desde 2003, o grupo conduzido pela voz de Lucas Silveira entendeu a responsabilidade que cabia a ele: era necessário sair de vez do saco hardcore melódico (chamado por alguns de emo) que foi colocado quando estourou em 2006, com o álbum Ciano. Redenção, primeiro disco lançado pela dupla Universal/Arsenal, poderia ganhar a alcunha de recomeço. Os teclados na abertura de “Sobre Todas As Coisas Que Eu…” alertam para o que aguardar nas 12 faixas seguintes. Se anteriormente os riffs eram catalisados pelo hardcore californiano, agora, Keane e Coldplay são as referências. A temática permanece a mesma. Mesmo assim, amor e amargura admitem um requinte. “O CD está pop, bem produzido e com letras mais sofisticadas”, fala Lucas. “Dei um duro para acrescentar versos maduros.” Seguido deles, há a disciplina do vocalista. “Antes minha voz parecia desesperada. Agora está suave”, comemora. A faixa título, mesmo quando levada ao extremo no refrão “…desligue o rádio e a TV, porque no seu domingo eu vou aparecer…”, ganha sutileza na voz maturada do cantor. A canção fala de ex-namoradas e dá a feição do que os rockstars nos seus 25 anos falam na mesa de um bar. A música de trabalho, “Uma Música”, é simples. Pilha pelo refrão e pela necessidade de ser uma válvula de escape. Riffs como o de “Europa” e “Passado” são marcantes e provam o quanto os anos de estradas fazem bem. O da primeira traz à cabeça os anos 80 enquanto o da segunda refresca com seu quê de Foo Fighters. Já “Milonga” fecha o CD de forma amargurada. Segundo Lucas “é a música que vai fazer muita gente repensar sua opinião sobre a Fresno”. Produzido por Rick Bonadio (CPM 22, NX Zero), Rodrigo Castanho e Paulo Anhaia, Redenção vem como uma lufada de boas intenções. Em um momento paradoxal em que cada vez mais se ouve música e menos se vende CD, acompanhar o Fresno pode ser uma dica de para onde a música e o mercado nacional irão daqui para a frente. Marco Bezzi/Abril 2008

Alguém que sou(agnela)

O dia amanheceu..
você não esta aqui..
Enquanto encontro um canto meu..
Só pra te ver sorrir..

Veja o que eu sintoooo..ouo.
Entenda porque sou assim..(heee)

É momento meu,que invade os sonhos teus..
Esse é o meu caminho..(hooo..uo..)
Eu prometo não errar,Nunca vou te magoar..
Mais não vou mudar alguém que sou..ouou..
não vou mudar alguém que sou..

Na minha história o tempo vai..
Conforme a sorte que me leva..
você chora e a chuva cai..
Me deixa ser alguém mais…(eheeee)

Entenda o meu destino..
É isso que me faz feliz..(heeee.)

É momento meu..Que invade os sonhos teus..
Esse é o meu caminho..(hooo..uou..)
Eu prometo não errar..Nunca vou te magoar..
Mais não vou mudar alguém que soooou..(hooo..uou..)

não vou mudar alguém que sou..

"não vou mudar alguém que sou.."

"não vou mudar alguém que soooou.ouou.."

"não vou mudar alguém queeeeee sou.."